

Sábado de manhã no meu condomínio!
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Soberano o sabiá silvava saudando o sábado!
O sol já invadia minha janela semi-aberta e eu me levantei embalado pela música do meu vizinho mais querido. De repente um som mais estridente e nervoso. Era o João de Barro que anunciava sua presença; Eu ouvia seu canto e sabia não ser o único a ouvi-lo, pois lá de bem longe um outro vizinho dizia cantarolando: - Bem-te-vi, e a resposta que nunca se demora: Bem-te-vi...
Era sábado e resolvi, antes do café da manhã, dar uma caminhada. - Bom dia Dona Maria. – Bom Dia seu Robert. Respondeu-me a senhora que caminhava em sentido contrário. O seu Mário que lia o jornal na pracinha me acenou de longe. A garota com seu MP4 passou acelerada e sorridente, meninos e meninas gritavam numa algazarra melodiosa lá pelos lados das quadras e do parquinho. Os cachorrinhos nas coleiras levavam seus donos para um passeio e raríssimos eram os carros que circulavam. Depois de mais ou menos meia hora de caminhada, saí em direção a padaria.
Na avenida o trânsito corria manso e pude atravessá-la mesmo antes do farol. De volta com os pães e as notícias, tomei meu café e soube, meio desinteressado o que acontecia do lado de fora do mundo.
Do meu mundo, aqui do meu condomínio!
O sol já invadia minha janela semi-aberta e eu me levantei embalado pela música do meu vizinho mais querido. De repente um som mais estridente e nervoso. Era o João de Barro que anunciava sua presença; Eu ouvia seu canto e sabia não ser o único a ouvi-lo, pois lá de bem longe um outro vizinho dizia cantarolando: - Bem-te-vi, e a resposta que nunca se demora: Bem-te-vi...
Era sábado e resolvi, antes do café da manhã, dar uma caminhada. - Bom dia Dona Maria. – Bom Dia seu Robert. Respondeu-me a senhora que caminhava em sentido contrário. O seu Mário que lia o jornal na pracinha me acenou de longe. A garota com seu MP4 passou acelerada e sorridente, meninos e meninas gritavam numa algazarra melodiosa lá pelos lados das quadras e do parquinho. Os cachorrinhos nas coleiras levavam seus donos para um passeio e raríssimos eram os carros que circulavam. Depois de mais ou menos meia hora de caminhada, saí em direção a padaria.
Na avenida o trânsito corria manso e pude atravessá-la mesmo antes do farol. De volta com os pães e as notícias, tomei meu café e soube, meio desinteressado o que acontecia do lado de fora do mundo.
Do meu mundo, aqui do meu condomínio!
Imagens capturadas na área comum do Cond. Pq. Res. M' Boi Mirm
Por Robert Portoquá
* Hoje, 28/10/08, publiquei esta crônica no OVERMUNDO. Vejam aqui a repercussão.










1 comentários:
Oi,
Que legal esta crônica, parece que vemos as imagens.
Um abraço.
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